Começou!
Vou escrever por aqui algumas idéias de estórias que deveriam virar filme. Ou pelo menos que se devesse observar algumas situações por um momento, e tirar alguma lição disso.
Viver a vida, em suma.
Como comentamos agora pouco no almoço, aprendemos pouco a pouco a perceber e aproveitar melhor cada detalhe do que presenciamos ao longo do dia.
Estejam à vontada pra participar e contar algum causo em forma fílmica.
Lá vem...
anoto por aqui e ali, meus rompantes de verborragia... e algumas impressões visuais também...
22 de maio de 2009
24 de abril de 2009
Bom, pois é e coisas assim...
Bom, pois é, estamos aqui, como direi, chegando novamente aos seus olhos e ouvidos para tentar tirar um pouco de leite de pedra...
Enquanto isso, as notas continuam tendendo ao caos, embora a humanidade lute constantemente contra, ou melhor, continue temendo este des-arranjo dos eventos sonoros.
Siga um pouco mais seus instintos, digamos, fraternais, quando se deparar com uma situação desesperadora. Com certeza a razão tarda, mas nao falta.
O que vem a galope pode com certeza 'atropelar' a situação e tornar perdida qualquer possibilidade de conserto posterior.
Em suma, fraternidade sim, ... não!
Algo um pouco genérico, né? mas fazer o quê? ou o que?
Com ou sem acento? Como é que se escreve?
(em breve seu blogueiro em rede nacional de canal cultural...)
estréia dia 11.05.09 Canal Futura
Enquanto isso, as notas continuam tendendo ao caos, embora a humanidade lute constantemente contra, ou melhor, continue temendo este des-arranjo dos eventos sonoros.
Siga um pouco mais seus instintos, digamos, fraternais, quando se deparar com uma situação desesperadora. Com certeza a razão tarda, mas nao falta.
O que vem a galope pode com certeza 'atropelar' a situação e tornar perdida qualquer possibilidade de conserto posterior.
Em suma, fraternidade sim, ... não!
Algo um pouco genérico, né? mas fazer o quê? ou o que?
Com ou sem acento? Como é que se escreve?
(em breve seu blogueiro em rede nacional de canal cultural...)
estréia dia 11.05.09 Canal Futura
14 de abril de 2009
Quatro Da Horta no Teatro da Vila
20 de janeiro de 2009
18 de dezembro de 2008
Quatro da Horta no New Jazz Bar
5 de dezembro de 2008
Pichação na Bienal
Li estupefato a matéria na internet sobre as pichações, a menina que foi presa, etc. Depois assisti a dois videos sobre isso no YouTube. Parece que os jovens presentes, envolvidos direta ou indiretamente no ocorrido se divertem com o vandalismo causado a um patrimônio da humanidade, que estava antes de terem nascido, e provavelmente continuará a existir depois que alguns deles se forem.
A pergunta que fica é: o que podemos fazer para representar nossos valores e construir um ideal de vida e manifestação artistica? Digo isso da forma mais abrangente possivel, jà que sou musico e artista grafico também.
Como podemos manifestar nossas opiniões e sermos ouvidos, se quando temos a oportunidade de fazê-lo, alguns escolhem a forma mais primitiva e brutal, sem sequer saber a quem estão atingindo.
Porque não o fazem em ambientes com menor espaço, e maior visibilidade, e de uma forma mais coerente?
Chamar a si mesmos de "artistas" enquanto estão cometendo um crime contra o patrimônio público, se valendo do conceito da arte?
A covardia destas ações, tanto a de pichar quanto a de encorajar o ato, se mostra em grupos sociais onde não hà a falência da cultura, como das comunidades mais carentes, mas sim em grupos de jovens oriundos da classe média (alta, baixa, não importa).
O que importa é que devemos cultivar a consciência coletiva de manter a ética e os bons costumes acima de tudo, porque nem tudo na vida é como nos filmes de fantasia.
Outra coisa importante de se dizer é que não adianta culpar seus governantes, eleitos por você ou não, pelos problemas comunitarios, o que adianta é estar bem informado sobre as questoes que lhe cabem e interessam, e fazer sua parte.
Se todos os cidadaoes fizessem sua parte, no haveria essa conivência na hora desse "protesto" descabido, e as pessoas que assistiam de camarote teriam uma atitude mais decente e corajosa, ao invés de fotografar e rir do que acontecia.
A puniçao é a forma mais fria de se fazer justiça, e na maior parte das vezes, a unica a ser aplicada, pois ninguém quer sujar suas maos, ninguém quer se envolver, ninguém quer nada, logo, nada se faz.
Opinem, critiquem, mas sobretudo, reflitam.
A pergunta que fica é: o que podemos fazer para representar nossos valores e construir um ideal de vida e manifestação artistica? Digo isso da forma mais abrangente possivel, jà que sou musico e artista grafico também.
Como podemos manifestar nossas opiniões e sermos ouvidos, se quando temos a oportunidade de fazê-lo, alguns escolhem a forma mais primitiva e brutal, sem sequer saber a quem estão atingindo.
Porque não o fazem em ambientes com menor espaço, e maior visibilidade, e de uma forma mais coerente?
Chamar a si mesmos de "artistas" enquanto estão cometendo um crime contra o patrimônio público, se valendo do conceito da arte?
A covardia destas ações, tanto a de pichar quanto a de encorajar o ato, se mostra em grupos sociais onde não hà a falência da cultura, como das comunidades mais carentes, mas sim em grupos de jovens oriundos da classe média (alta, baixa, não importa).
O que importa é que devemos cultivar a consciência coletiva de manter a ética e os bons costumes acima de tudo, porque nem tudo na vida é como nos filmes de fantasia.
Outra coisa importante de se dizer é que não adianta culpar seus governantes, eleitos por você ou não, pelos problemas comunitarios, o que adianta é estar bem informado sobre as questoes que lhe cabem e interessam, e fazer sua parte.
Se todos os cidadaoes fizessem sua parte, no haveria essa conivência na hora desse "protesto" descabido, e as pessoas que assistiam de camarote teriam uma atitude mais decente e corajosa, ao invés de fotografar e rir do que acontecia.
A puniçao é a forma mais fria de se fazer justiça, e na maior parte das vezes, a unica a ser aplicada, pois ninguém quer sujar suas maos, ninguém quer se envolver, ninguém quer nada, logo, nada se faz.
Opinem, critiquem, mas sobretudo, reflitam.
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Quem sou eu
- Juliano d'Horta Beccari
- Eu sou músico, nascido em São Paulo, minhas atividades sempre foram regidas pelo sentimento, deixei de ser CDF depois da 8a. série, e ainda não descobri de qual panela faço parte, provavelmente de nenhuma. Sou sincero e às vezes pago por isso, mas tudo o que faço tem toneladas de paixão, costumo dizer que sou um anjo preso no corpo de um monstro! Minhas palavras saem fortes, mas o sentimento é de amor e carinho, por todos que encontro nos meus caminhos. Sou apaixonado pela expressão artística, que diz pouco ou nada mas que toca o coração das pessoas. A música talvez seja a mais incompreendida destas, pois não tem tradução. Minha busca pelo ideal de viver em paz em com alegria é impulsionada pela minha crença inabalável de que o ser humano ainda vai aprender a viver bem consigo e com seus semelhantes. Fé no povo e sigamos com força!
Eu
mesmo
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